De todas as que fiz até agora, essa foi a viagem que mais me deixou ansioso. Tinha muita coisa dando errado. Pra começar, perdi uma grana tendo que remarcar a data pois o plano era ir duas semanas atrás, mas alguns dias depois de comprar a passagem fiquei sabendo que ia coincidir com o evento da empresa. Aí, que pedreira pra arranjar acomodação. Conseguir CouchSurfing foi beeeem complicado, e mesmo pra arranjar um bom hostel pras duas priemiras noites (limpo, barato e bem localizado) não foi fácil. E localização é uma coisa que importa muito em Londres. Já na fase do planejamento percebi que a cidade era muito grande, sem comparação com as outras pelas quais já tinha passado, por isso esse cuidado especial. Foi de última hora que descobri que não tinha uma mochila que fosse aceita como bagagem de mão, descobri que tinha que comprar passagens de ônibus pra ir do aeroporto ao centro de Londres e, descobri que, pra chegar a tempo de pegar nosso vôo em Budapeste, teríamos que ir de táxi. Lá se vai parte da economia por usar uma empresa "low cost". Fora tudo isso, 'tava apreensivo por causa da grana que ia gastar lá, sabia que era uma cidade muito cara. Mas as dicas que peguei com as pessoas que já haviam estado lá ajudaram pra caramba (thanx Gleyce e Bárbara ;) ).
Pra completar, ao invés de descansar antes de pegar o avião, festa de aniversário surpresa pro Vitão. Fomos pro aeroporto virados!! Mavãmlá!! Apreensão pra chegar logo no aeroporto, pra ver se ia ter galho com a bagagem, fome, cansaço... Mas enfim, estamos a caminho!

Take this broken wings and learn to fly, all your life you were waiting for this moment to arive
Aí aquela tensão de ver se passaríamos sem galho pelo controle depois do medo que botaram na gente. Mesmo tendo tudo certinho, dizem que os caras gostam de complicar de vez em quando. Fila exclusiva para cidadãos non-EU, nem pediram nossas passagens de retorno. No fim, até que não foi difícil de pisar no solo bretão.
Só de ver a cidade pela janela do ônibus já 'tava valendo a pena. Placas indicavam a Baker Street e a direção do Palácio de Buckingham, e dava pra entender tudo que estava escrito pelas ruas! Londres estava com o céu nublado, ou seja, perfeito pra um turista que quer sentir o verdadeiro clima da cidade. Boa luz pra dar uma volta e tirar algumas fotos.








Enquanto Diego e Henrique ficaram no hostel descansando, fui encontrar a Paula em Waterloo. Depois de muito atraso, desencontro, correria e malentendido, já estava quase desistindo. Mas eis que surge aquele rosto inconfundível na porta da estação, agora contornado de cabelo curto e quase ruivo. Foi meio surreal, confesso, ver alguém da minha "vida brasileira" depois de quase 6 meses de distância. Fomos pro hostel (que também era um pub) pra bebememorar o reencontro.
Enquanto a Paula foi pro seu curso, fomos tratar de comer algo. Foi quando conhecemos o paraíso da comida congelada: Iceland. Se por um lado a maioria das coisas são caras em Londres, da comida ninguém pode reclamar. Pra não dizer que é barato, até pra quem ganha em Forints é bem razoável.E ceve tb não é artigo de luxo, pelo menos no supermercado.
Alimentados e descansados, hora de sacar qual é a da noite londrina!!
Enquanto a Paula foi pro seu curso, fomos tratar de comer algo. Foi quando conhecemos o paraíso da comida congelada: Iceland. Se por um lado a maioria das coisas são caras em Londres, da comida ninguém pode reclamar. Pra não dizer que é barato, até pra quem ganha em Forints é bem razoável.E ceve tb não é artigo de luxo, pelo menos no supermercado.
Alimentados e descansados, hora de sacar qual é a da noite londrina!!




Londres, cidade do rock, certo?? Certo?!? Pfff...
Uma das coisas mais controversas é o funcionamento dos pubs. Todos tem horário limite para funcionar e para a maioria é 23h. Quinze minutos antes eles fazem algum sinal (piscam as luzes, tocam algum sino, etc) e quando chega o dealine, todo mundo pra fora. E o pior é que a maldita pontualidade britânica só funciona mesmo pra este caso... Mas tudo certo, em boa companhia até a rua é lugar de festa!


